Cuidado completo na rotina ginecológica em Ipanema
Manter uma rotina ginecológica é um dos principais cuidados que a mulher precisa ter para manter a saúde. A consulta anual é o momento para revisar sintomas, discutir concepção ou contracepção, verificar a necessidade de exames ginecológicos e atualizar vacinas importantes.
Com o suporte da Dra. Taiane Andrade, em consultório em Ipanema (Zona Sul do RJ), a prevenção e o cuidado são garantidos para sua rotina ginecológica. Cada atendimento é individualizado, baseado em diretrizes e conduzido com cuidado e embasamento científico.
Por que fazer consulta ginecológica anual?
A consulta ginecológica anual é importante para o cuidado com a saúde. Durante o atendimento, a Dra revisa histórico clínico, sintomas, método contraceptivo, saúde sexual e reprodutiva. Além disso, avalia a necessidade de exames preventivos, rastreamento de ISTs e revisa o calendário vacinal.
Essa regularidade permite identificar alterações tratáveis em fase inicial e orientar hábitos que protegem o bem-estar. Na Zona Sul do RJ, a Dra. Taiane Andrade conduz essa rotina de saúde ginecológica da mulher com escuta ativa e decisão compartilhada, respeitando o seu ritmo e as necessidades.
Prevenção do câncer de colo do útero
Desde 2025, o teste molecular para HPV é o exame de rastreio do câncer de colo do útero, conforme diretriz nacional do Ministério da Saúde. O rastreio é indicado para pacientes de 25 a 64 anos, e o intervalo entre o exame de HPV é de 5 anos quando o resultado é negativo. Além disso, há protocolos específicos para diferentes casos:
- HPV 16 e 18 detectados: encaminhamento direto para a colposcopia;
- realização da citologia (preventivo ou exame de papanicolau) reflexa em caso de outros tipos oncogênicos detectados;
- sem detecção de HPV oncogênico: repetir em 5 anos.
O que mudou: a citologia (preventivo, colpocitologia ou Papanicolau) passa a ser exame reflexo em alguns resultados positivos de HPV, e não deve ser feita simultaneamente como rastreio.
Na prática clínica da Dra. Taiane Andrade, a paciente é sempre orientada sobre os resultados e as condutas, com linguagem clara e base em evidências atuais.
HPV: vacina e rastreio combinados
O HPV é uma infecção sexualmente transmissível comum e o principal fator de risco para o câncer de colo do útero. Em muitos casos, ele não apresenta sintomas, mas pode causar lesões e levar ao desenvolvimento do câncer de colo do útero.
Por isso, a prevenção combina vacinação e rastreio periódico com o teste de HPV. As vacinas disponíveis no Brasil são:
- PNI (Programa Nacional de Imunizações pelo SUS): vacina HPV4 em dose única para meninas e meninos de 9 a 14 anos;
- SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações em clínicas privadas): recomenda a vacina HPV9, com 2 doses para adolescentes e 3 doses para adultos não vacinados;
A revacinação é aceita para quem recebeu vacinas anteriores (HPV2 ou HPV4). Assim, a combinação entre vacina + teste de HPV é a forma mais eficaz na prevenção do câncer de colo do útero.
O uso regular de preservativos e a consulta ginecológica anual completam o cuidado preventivo.
Rastreamento de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs)
Durante a rotina ginecológica, é comum avaliar a necessidade de exames para detectar HIV, sífilis, hepatites, clamídia, gonorreia e outras doenças.
A periodicidade do rastreio é personalizada conforme idade, histórico sexual, resultados anteriores e fatores de risco individuais.
Esses testes são fundamentais para o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, conforme as diretrizes do PCDT-IST do Ministério da Saúde.
Mamografia e prevenção do câncer de mama
Esse é o principal exame de rastreamento do câncer de mama e faz parte da rotina ginecológica. As principais recomendações são:
- INCA / Ministério da Saúde (MS): rastreio bienal de 50 a 69 anos para risco habitual. Há acesso a partir dos 40 no SUS desde 2025, no qual o MS garante realização a partir dos 40 anos por decisão compartilhada entre paciente e profissional;
- FEBRASGO: início aos 40 anos, com intervalo anual;
- ACOG (EUA): início aos 40 anos, para risco habitual, com intervalo anual ou a cada 2 anos por decisão compartilhada.
Na consulta ginecológica de rotina, é avaliado o risco de câncer de mama conforme histórico familiar e fatores de risco, e assim orientada a melhor rotina de exames e hábitos para a prevenção.
Vacinação: prevenção contra o câncer do colo do útero e outras doenças
Diagnosticar lesões pré-malignas ou tumores iniciais em exames anuais é chamada de prevenção secundária. Ela impede o estabelecimento de câncer invasivo ou doenças agressivas com o diagnóstico e tratamento precoces.
Antes disso, contudo, existe a prevenção primária, conferida pelas vacinas, que fortalecem a imunidade e proporcionam um combate eficaz contra doenças, especialmente aquelas que podem causar sequelas graves, câncer e óbito.
Por isso, mais que exames e consultas de rotina, a prevenção de doenças depende que o calendário vacinal esteja completo.
O Ministério da Saúde e a SBIm desenvolveram calendários de vacinação para cada fase da vida. O calendário do adulto (20 a 59 anos) da SBIm é usado como referência nas consultas de rotina ginecológica da Dra Taiane Andrade, conforme indicado abaixo:
- Hepatite B: 3 doses (0, 1 e 6 meses) em adultos não vacinados ou suscetíveis;
- Hepatite A: 2 doses em adultos não vacinados ou suscetíveis;
- dT (ou dTpa): reforço a cada 10 anos;
- Tríplice viral (SCR): 2 doses até 29 anos; 1 dose 30–59 anos (SUS);
- Febre amarela: duas doses, com intervalo de 10 anos;
- Influenza: anual;
- HPV: HPV9 com 3 doses para adultos não vacinados; pode considerar revacinação de quem recebeu HPV2/4;
- Pneumocócicas: a partir de 50 anos. PCV20 dose única ou PCV15 + PPSV23 (intervalo 6–12 m; 2ª PPSV23 após 5 anos);
- Herpes-zóster: 2 doses a partir de 50 anos;
- Varicela (catapora): duas doses, para suscetíveis;
- Meningocócica ACWY: dose única, a depender da situação epidemiológica;
- Meningocócica B: duas doses, a depender da situação epidemiológica;
- Q-denga: 2 doses, até 60 anos;
- Vírus sincicial respiratório: gestantes e adultos a partir de 50 anos, para cardiopatia e pneumopatia;
- COVID-19: gestantes, idosos e grupos especiais (consulte o esquema vacinal)
Obs: atualizado em novembro/2025, conforme calendário da Sociedade Brasileira de Imunizações.
Agende sua rotina ginecológica em Ipanema
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